Auras, chacras e corpos sutis

Embora a existência da aura tenha sido conhecida desde sempre pelos ocultistas e clarividentes foi apenas quando o DR. W.J. Kilner, do Hospital St Thomas, em Londres, acreditou em sua existência e começou a tentar fazê-la visível para o olho humano, que as pessoas comuns puderam vê-la. Desenvolveu a tela diacinina, uma lente pintada com anilina. Tal lente tem um efeito notável sobre a visão e faz com que o olho perceba o ultravioleta.

A medicina estava num período excitante e progressista quando o jovem Dr. Kilner agregou-se á equipe do Hospital. Pesquisadores desse período, por exemplo, são o Prof WK Von Rontgen, descobridor do raio X, o Dr. Braid  cujos trabalhos acerca do uso da hipnose são bastante conhecidos.

Quando o Dr. Kilner publicou seu livro, The Human Atmosphere, não foi bem aceito pela ortodoxia. Muito se riu dele e foi lançado ao descrédito. Contudo, persistiu em suas pesquisas com a tela de diacinina e continuou até que a primeira guerra mundial cortou seus suprimentos. Usando a tela de Kilner e trabalhando na faixa do ultravioleta, a aura pode ser vista com uma franja circundando o corpo e, ainda, uma segunda camada de luz um tanto mais vaporosa em torno do corpo.

Com o uso da tela de Kilner os olhos se tornam mais sensitivos e a aura pode ser vista como uma emanação cinza azulada. O médico mais ortodoxo pode servir-se dessa tela e avaliar a condição de seu paciente, posto que a aura mostra uma marca preta ou descolorida sobre a área afetada.

A ciência esotérica atribui ao homem uma natureza setenária de corpos sutis e a aura é a expressão dessa natureza. O ensinamento diz que o homem não recebeu apenas um corpo físico, mas que tem, por assim dizer, um pé em outros planos do ser além do meramente físico. Pouco discordarão de que o homem tenha uma natureza intelectual e emocional e possa, em comunhão com seus parceiros, seres humanos, operar nesses planos tão bem quanto em seu corpo físico.

Os sete aspectos do homem não são estados separados distintos um do outro, mas são correntes de pensamento e sentimento em todo o oceano da consciência e frequentemente se superpõem. O homem é, assim, uma criatura mais complexa do que a ciência ortodoxa sabe ou aceita, posto possuir potencialmente este sete aspectos que constituem seu ser completo, embora, é claro, a maior parte das pessoas tenha presentemente pequeno desenvolvimento em seus veículos mais elevados.

A divisão setenária da natureza humana é usualmente classificada segundo os seguintes níveis de consciência:

1 – plano físico etérico

2 – plano astral

3 – plano mental inferior

4 – plano mental superior

5 – plano causal espiritual

6 – plano intuicional

7 – plano absoluto ou divino

 

Os sete corpos sutis do homem

A primeira aura é aquela que emana do corpo físico-etérico e é a formação com formato de nuvem que a maior parte das pessoas vê quando começa a desenvolver a visão da aura. Sua base é o centro da espinha. O corpo etérico, a contraparte vital do físico, é importante porque capta o prana ou energia vital da atmosfera e a distribui pelo sistema.

Num corpo sadio a primeira aura se irradia através de linhas retas regulares a partir do centro do corpo par o exterior. Em casos de doença as linhas parecem cair, algo como condutores luminosos curvados.

A segunda aura emana do centro astral ou emocional no baço e circunscreve o corpo astral estendendo-se a cerca de trinta a trinta e cinco centímetros do corpo. Qualquer variação de pensamento ou emoção causa uma mudança nesta aura. Esta camada vibra e se altera continuamente. Quando harmônica, costuma ser brilhante e luminosa indicando equilíbrio emocional.

A terceira aura é a expressão da estrutura intelectual do homem e sua força depende do desenvolvimento de suas faculdades, que por sua vez depende da educação que tenha recebido. Esta aura é oval e emite uma cor amarela pálida quando desenvolvida. Na pessoa bem equilibrada e inteligente, a aura é brilhante e viva, mas quando a mente é depravada aparecem manchas escuras que empanam seu brilho.

A quarta aura é a emanação da mente superior do homem ou princípio espiritual. A sua cor é o verde. Estamos aqui no domínio da imaginação, inspiração e intuição, da criatividade em arte e literatura.

quinta aura interpenetra as anteriores. Essa aura manifesta a essência do espírito no homem. A ciência oculta nos diz que as condições na formas inferiores de consciência são o resultado das forças ocorrentes no corpo espiritual. É a estação receptora de todos os dados dos aspectos inferiores e grava as impressões recebidas por eles. A quinta aura é a mais importante, posto que é o ponto de união entre o indivíduo e o cosmos. Há uma delicada faixa entre a vida individual e o oceano de consciência compartilhado por todos.

A sexta e sétima auras são superiores pertencendo mais aos aspectos cósmicos que aos indivíduos em particular. O homem médio não desenvolveu seu potencial a tais alturas e essas auras só podem ser vistas circundando o corpo de iniciados e mestres.

Texto extraído do livro Cromoterapia, Mary Anderson

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