Chá de Hortelã, texto de Alacange

Chá de hortelã pura magia

O chá de hortelã é ótimo para o tratamento de diversos problemas de saúde, como:

Má digestão, náusea ou vômito;
Colesterol alto;
Dor de cabeça;
Cólica menstrual;
Congestão nasal ou pulmonar, principalmente em casos de gripe ou resfriado com tosse;
Dores abdominais, por ter ação anti-espasmódica;
Insônia;
Diarreia com sangue;
Tricomoníase genital

Melhorar a digestão e diminuir enjoos são alguns dos benefícios do chá de hortelã, que pode ser preparado usando a hortelã comum, também conhecida por Mentha spicata e outra espécie conhecida como hortelã-pimenta ou Mentha piperita.

A hortelã é uma erva aromática que pode ser usada na culinária e para fins medicinais porque possui ação analgésica, antiespasmódica, afrodisíaca e analgésica, sendo um ótimo chá para tomar a seguir às refeições porque ajuda na digestão.
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Sherazade lendária rainha persa e narradora dos contos de As Mil e Uma Noites, contava suas histórias ao Sultão o lhe servia chá de Hortelã todas as noites. Por ser relaxante e aromatizante este ché é símbolo de amizade em todo o mundo e ingrediente de todos os sucos e poções que tenham como interpretação ou objetivo o romantismo ou o amor..
As Mil e Uma Noites
Conta à lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobriu ter sido traído pela esposa, que tinha um servo como amante. Enfurecido o rei mandou matar os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ia com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para não mais ser traído. E assim foi por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino.
Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, tinha um plano para acabar com aquela barbaridade. Porém, precisa casar-se com o rei. E assim aconteceu, Sherazade casou-se com o Shariar
Terminada a curta cerimônia nupcial, o rei levou a esposa a seus aposentos; entretanto, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira.
_“Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!” Sem esperar resposta, Sherazade abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado…”.
Furioso, Shariar se esforçou para impedir a história de prosseguir; resmungou, reclamou, tossiu, Sherazade lhe serviu um chá de Hortelã e voltou a contar o conto a irmã.
Vendo que de nada adiantava pestanejar, ele ficou quieto e se pôs a ouvir a história saboreando o chá, meio distraído no início, e muito interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando na mente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. Repentinamente, no momento mais empolgante, Sherazade calou-se.
_“Continue!”, o Rei ordenou.
_“Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!”.
_“Ele que espere”, declarou o rei. Shariar deitou-se e dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse a história, mas não se deu por satisfeito: “Conte-me outra!”.
Sherazade com sua voz melodiosa começou a narrar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.
Sem que Shariar percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse:
_“Já é de manhã, meu senhor!”. O rei, muito interessado na história, deixou Sherazade no palácio por uma noite mais. E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última sem terminar. Muito alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real sempre servindo ao Rei cha de Hortelã para harmonizar suas falas. E assim passaram-se dias, semanas, meses, anos.
Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou:
_“Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um som lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu;
_“Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”
_“Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, quero que saibas que lhe amo”, disse Sherazade.
Só então o Rei constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela. E os dois viveram felizes até o fim de seus dias.
Versão Roger Jaekelhungarian-3129588_1920

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